terça-feira, 4 de agosto de 2009

Tenho pulsos de ferro
e mãos da pedra mais fria
Puxo as rédeas da vida
com as mãos fortes das minhas vontades
submeto cada caminhos
às exigências de meus braços

Talvez isso bastasse
Mas tenho um coração de nuvens
aprisionado ao peito
por uma camada fina de fantasias

Dividida em contradições
minha vida
prensada entre a dureza do ferro
e a maciez das nuves
segue desmedida

Um comentário:

Anníssima disse...

Mari!

Poetisa indisperta:

adorei o blog! A escrita!

Parabéns!

Sou uma seguidora!

beijão!